Começou na terça-feira o julgamento da Operação Teia, caso que levou à detenção e prisão domiciliária do ex-presidente da Câmara, Miguel Costa Gomes, em 2019. Três anos depois de deduzida a acusação, o autarca chegou ao Tribunal de São João Novo, no Porto, em silêncio, e as defesas de todos os arguidos já adiantaram que nesta fase não serão prestadas declarações.