Cerca de sete anos depois do caso que levou à detenção e prisão domiciliária do ex-presidente da Câmara, Miguel Costa Gomes, e com a acusação deduzida pelo Ministério Público (MP), em 2023, pela prática de um crime de corrupção passivo de titular de cargo política agravado, outro de prevaricação, em co-autoria com Manuela Sousa, antiga proprietária do grupo de comunicação Mediana, que prestou serviços aos executivos do PS, e ainda, de quatro crimes de participação económica em negócio, os cinco arguidos concluíram as contestações, em Dezembro passado.