
É urgente Abril
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Se alguém anunciar um produto ou serviço comprovadamente falso, arrisca-se a prestar contas à Justiça por prática de publicidade enganosa, charlatanice, entre outros epítetos menos edificantes.
Antes de qualquer dúvida de natureza geométrica, o título deste escrito resulta de um anúncio publicado na edição de 8 deste mês do "Jornal de Barcelos", onde, para meu espanto, se anuncia que o nosso concelho integra uma rede de salas de espectáculos, juntamente com os municípios de Braga, através do Teatro Circo, Famalicão, através da Casa das Artes, e Guimarães, através do Centro Cultural Vila Flor, formando um tal de Quadrilátero Cultural. Barcelos entra na coisa com o Teatro Gil Vicente. Mais é dito que com um único cartão poder-se-á aceder em condições especiais aos eventos que nesses espaços forem levados à cena, Gil Vicente incluído. Terminava o anúncio sugerindo uma consulta ao site
www.quadrilatero.eu.
É de ir, ousando embarcar numa viagem a um mundo ficcional, pleno de lugares-comuns e outras inúteis vacuidades, onde há de tudo menos trabalho concreto realizado. Enfim, o costume…
Se alguém anunciar um produto ou serviço comprovadamente falso, arrisca-se a prestar contas à Justiça por prática de publicidade enganosa, charlatanice, entre outros epítetos menos edificantes. E foi precisamente isso que a nossa Câmara Municipal fez: Em vez de tratar de por de uma vez por todas o Teatro em funcionamento, o que só não acontece por inabilidade ou desinteresse, ou ambos, prefere anunciar o Teatro Gil Vicente como um espaço aberto à realização de espectáculos, tal como há vários anos acontece com os seus "congéneres" Teatro Circo, Centro Cultural Vila Flor ou a Casa das Artes, o que é uma desavergonhada mentira, sabemo-lo todos.
Inspirando-me no título da crónica publicada na mesma página onde saiu esse patético anúncio, o circo não voltou à cidade: o circo continua na cidade. E tarda em desarmar a tenda…
É por estas e por outras que, por muito que se queira, isto não é gente para levar a sério.
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