
É urgente Abril
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"Envergonho-me de que na minha cidade e na minha freguesia as pessoas sejam ignoradas e tratadas desta maneira".
Ao longo de alguns anos o Instituto Politécnico do Cávado e Ave funcionou em lojas de prédios, de uma forma estritamente provisória e parece-me que de forma pouco digna para uma instituição de ensino superior. Este foi um desenrasque longo, enquanto se preparava o novo Campus, mas estes alguns anos foram mais de dez e mesmo assim nem todos os alunos se mudarem para as novas instalações.
O tempo que se demora a construir uma estrutura deste tipo com certeza que não é muito curto, especialmente se tivermos em conta o nosso habitual ritmo a construirmos seja o que for (os acessos pedonais à Central de Camionagem ainda estão para chegar…), mas 10 anos parece-me exagerado tendo em conta que nem os acessos foram feitos. Então como chegam os alunos ao espaço? Para quem se dirige a pé: vem-se por um passeio que só chega até uma parte do caminho, mas sempre com os olhos atentos aos buracos e às pedras e à possibilidade de se cair no campo contíguo, pois são poucas as zonas onde o muro ainda resiste, impedindo as pessoas de cair (em algumas zonas deve ter cerca de um metro de altura o desnível com o terreno). Isto para, não esquecer as intermináveis filas de carros e consequentemente a possibilidade de se ser atropelado. Para quem vem de automóvel é ter paciência para arranjar vez de entrar na ruela (sim, porque só dá para passar carros numa direcção ou noutra, nunca nas duas direcções ao mesmo tempo), e tentar não atropelar ninguém.
Pensando que esta é uma instituição de ensino superior e que os alunos são jovens, têm agilidade para se desviarem de buracos, carros e valetas, obviamente que não se tem grande pressa em resolver o assunto, mas se juntarmos os habitantes daquela zona (incluindo-me a mim) será que haverá agora motivo para não se resolver rapidamente a situação? Onde fica a dignidade das pessoas que todos os dias têm que lá passar? Não é um assunto urgente?
Envergonho-me de que na minha cidade e na minha freguesia as pessoas sejam ignoradas e tratadas desta maneira.
Pois é, ainda espero pela afamada democracia participativa.
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