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O cromo que falta

Artigo de opinião de Maria Inês Mendanha

A Panini lançou a caderneta do Mundial 2026 e milhares de adultos (onde me incluo) reagiram como se tivessem recebido uma herança para reclamar urgentemente: com uma sofreguidão desmedida. Não creio que a explicação esteja na possibilidade de este ser o último Mundial de Cristiano Ronaldo ou Lionel Messi, nem no facto de este ser o penúltimo mundial com cadernetas da Panini. Aposto antes numa explicação mais simples: enquanto completamos a caderneta, somos magicamente transportados para a nossa infância.


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