Quem, como eu, cresceu numa aldeia minhota, habituou-se, desde muito novo, às dinâmicas sociais, muito ligadas às festividades que, ao ritmo do sol, se repetem, ano após ano, década após década. Essas dinâmicas são pautadas, na verdade, por festas e celebrações onde o profano se desculpa com o religioso, para validar o excesso e a dança, com a procissão que nela passa.