A tempestade que devastou a região centro do país evidenciou uma preocupante incapacidade de resposta eficiente do Estado perante cenários de crise. Em vários pontos do território registaram-se dificuldades na coordenação, atrasos na mobilização de meios, problemas nas comunicações e uma resposta fragmentada a uma situação que exigia comando claro e eficácia operacional. O país voltou assim a dar sinais de impreparação para lidar com crises complexas.