
O parque subterrâneo no Campo da Feira vem aí
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Todos os anos, quando as ruas se vestem para o Halloween e começam a erguer o cenário luminoso do Natal, ressurge o debate familiar: há quem veja encanto e pertença; e há quem, com ar severo, reduza tudo a gasto desnecessário, “teatro para distrair”, “luxo populista”. A crítica soa prática, adulta, quase responsável, mas é, muitas vezes, curta de imaginação e larga em pragmatismo apressado.
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