
É urgente Abril
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Sócrates precisa urgentemente de ir ao “especialista”. E, não ser que a origem do problema esteja na própria cabeça, esse especialista deverá ser o otorrino.
É que dizer em público que “nenhum primeiro-ministro foi tão bom como ele”, mesmo que apenas visasse a questão do défice, ou é problema “de garganta”, ou, o que seria bem pior, de cabeça. Não vou contrariar os factos: Sócrates estancou e, até, baixou consideravelmente o défice.
Mas vamos lá ver como é que ele o conseguiu fazer!
Pôs o país a produzir mais riqueza? Todos sabemos que não.
Reformou positivamente a Justiça, a saúde e a educação?
Todos reconhecem que não, tendo a educação sido alvo não de uma reforma, mas de uma verdadeira “contra-reforma”, sem sentido e sem nexo nenhum.
Então que “raio” de “milagre económico” fez este primeiro-ministro (com-letra-minúscula)?
Pura prestidigitação política. Só isso.
Iniciar um mandato com uma incontestável maioria absoluta é, tal como o “correio azul”, meio caminho andado, para políticos sem imaginação e incompetentes fazerem penar (e até “depenar”) o contribuinte. E foi por aí que Sócrates começou. Sem dó, nem piedade.
Com a preciosa ajuda de Victor Constâncio (o “porta-voz das desgraças” que, como AGORA se sabe, “permitiu” que os “banqueiros” (e não só) deste país, falsificassem, favorecessem, desviassem, furtassem, numa palavra, “chulassem” os contribuintes), Sócrates falsificou, desviou, furtou e “chulou” os funcionários públicos em geral ( embora uns fossem, até agora, mais “chulados” que outros”, devido ao “respeito democrático” pelo “princípio da des-igualdade”…).
Ora, durante cerca de três anos, grande parte dos portugueses ficou tão contagiada com o sucesso do défice, que nem se apercebeu que o contágio era outro: uma estranha doença de emagrecimento (uma espécie de “anorexia salarial”) da conta bancária e do salário do fim do mês.
E foi necessário que a crise económica viesse de fora, para se perceber que, cá dentro, ela já existia, embora sem vir nos jornais.
Alguns, mais optimistas, ou, na minha óptica (oportunistas, pois não tiveram que pagar o controle do défice) alegam que estamos em crise porque o mundo também o está.
Pois é, mas essa (a crise mundial) é a crise que tocou a muitos: sobretudo os desempregados e alguns empresários sérios que ainda por aí há. Mas eu falo da crise que tocou a um sector bem determinado de portugueses, por serem obrigados a abdicar de aumentos LEGALMENTE estatuídos, nos seus salários, para que o Governo de Sócrates pudesse financiar a “famosa política de controle do défice”. E esta politica vingou, como vingou, enquanto a crise de fora ( que estava cá dentro) não se desmascarou.
E, não venham agora dizer que Sócrates não tem culpa na crise, quando, também em Portugal, se revelaram as causas da dita: nada mais nada menos que as “chulices”, até há pouco, encapotadas, dos déspotas político-financeiros que se/nos vão governando.
A crise que muitos portugueses já sentem depois deste primeiro ministro começar a governar, nasceu, pois, com a política de rapina do funcionalismo público iniciada com este Governo de Sócrates.
Só espero é que ela “morra” com a “morte política” do actual “primeiro-ministro” (assim, com letra minúscula, devido ao tamanho da sua execrável política).
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