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Não cheguemos enganados

Artigo de opinião de Vítor Hugo Faria

Em janeiro do ano passado, escrevi sobre o risco de crescimento dos partidos populistas em Portugal. Em março, esse risco confirmou-se e foram eleitos 50 deputados por um desses partidos. Nessa altura, e dada a diversidade da composição daquela bancada parlamentar, havia uma perspetiva da sua autodestruição. No entanto, um ano depois, voltamos às urnas e perspetiva-se que este grupo seja confirmado como segunda força política no parlamento.


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