As “elites” políticas que deveriam ser os areópagos deste jardim, à beira mar plantado, têm protagonizado episódios que tornam o ar irrespirável e fazem a realidade suplantar a ficção. Uma mistura explosiva de insensatez, chicoespertice, impunidade e quase inimputabilidade são a moldura para os escabrosos quadros de miséria que são os seus autorretratos ou as medonhas pinturas abstratas que reproduzem as suas façanhas.