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A administração do território não pode assentar em paróquias

Editorial assinado por Rui Pedro Faria, Director-Adjunto do Barcelos Popular

Ao longo de séculos, a organização do território português assentou nas paróquias, milhares de estruturas que cumpriam funções religiosas e sociais. À medida que o país se modernizou, essa divisão permaneceu, mesmo quando deixou de responder às novas realidades demográficas e económicas. Barcelos, com 89 freguesias antes da reforma administrativa de 2013 – e ainda hoje com as 61 que mantém – simboliza essa fragmentação extrema.


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