As obras promovidas pelas Câmaras Municipais, de Norte a Sul, costumam ser sinónimo de longos prazos e derrapagens orçamentais. Em Barcelos, esta realidade é particularmente notória, agravada por décadas de gestão que, independentemente do partido no poder, têm perpetuado um ciclo de atraso e ineficiência. Este problema não é novo, mas o actual executivo liderado por Mário Constantino parece ter elevado esta tradição a um novo patamar.