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Câmara não se pronuncia sobre espólio que está fora do concelho
Arquivo Municipal em risco de se perder

Barcelos corre o sério risco de perder de vista grande parte do seu arquivo histórico.
Actualmente, todos os documentos judiciais, como inventários e escrituras públicas notariais, vão para o Arquivo Distrital de Braga, por imposição legal. Também aquela existente no Registo Predial, e que ainda se vai mantendo por cá, vai, em breve, para Lisboa, findo o processo de digitalização que está em curso.
O arquivo das Finanças, que se encontra amontoado na repartição local, sem as mínimas condições de preservação, poderia, a manter-se no município,  ser  uma  forma  singular de  se  estudar  a  economia  de Barcelos ao longo das décadas.  
Os arquivos paroquiais são outro exemplo. Actualmente na Universidade do Minho, um barcelense que queira fazer uma pesquisa terá de dirigir-se, obrigatoriamente, a Braga e perder várias horas de um dia para o fazer quando, se estivesse me Barcelos em poucos minutos acedia à informação pretendida.
Contactada pelo BP há mais de um mês, a Câmara Municipal não respondeu às nossas questões sobre este assunto. Nomeadamente, se pretendia fazer regressar toda a documentação espalhada por vários pontos do país e se já tinha pensado numa localização.
Ainda sem projecto definido, Barcelos irá continuar a ver grande parte do seu vastíssimo património documental fora de portas.   

Guimarães e Famalicão são excepções
Apesar destas obrigações legais, Guimarães conseguiu “contornar” a lei a favor do município e tem à sua guarda todos os documentos históricos do concelho no Arquivo Municipal Alfredo Pimenta. 
Famalicão é outro dos concelhos que está a investir no seu Arquivo Municipal, com a Câmara a anunciar, a semana passada, o lançamento do concurso público do novo espaço, através de uma obra orçada em 1,1 milhões de euros e com um prazo de execução de um ano.
Autor: Pedro Granja
Quinta-feira, 02 de Setembro de 2010 - 10:36:14

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COMENTÁRIOS
De: Pedro Penteado em Quarta-feira, 08 de Setembro de 2010 às 10:36:14

1.Não entendi o título. Onde é que está em risco o AM?
2.Como é que um presidente de município "faz regressar" a documentação que por lei tem de entrar e ser guardada em determinados arquivos públicos, que foram referidos no artigo?
3. Como é que Famalicão é excepção?
4. O caso de Guimarães, por razões de história dos arquivos do país, esse sim, é uma excepção e incoerência do sistema arquivístico nacional. Contudo, a documentação que tem é por assumir funções de arquivo distrital.
Gostava de ver um esclarecimento a estas questões, como leitor online.
Obrigado.
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